This is default featured post 1 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

This is default featured post 2 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

This is default featured post 3 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

This is default featured post 4 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

This is default featured post 5 title

Go to Blogger edit html and find these sentences.Now replace these sentences with your own descriptions.

18 Agosto 2009

O designer é um pouco tradutor e analista

- Onde você estudou design, Caroline? – perguntou a doutora.

- Na Belas Artes.

- Ah, eu adoro arte. – completou em seu consultório, forrado de obras de sua autoria.

A minha dentista é uma pessoa muito querida. Nas horas vagas ela se expressa com as suas tintas e telas em um ateliê na sua casa. Na verdade, o papo de consultório estava acontecendo porque ela precisava de um lugar para expor suas obras e sabia que dava pra fazer isso na internet.

- Você é artista também! – continuou.

- Na verdade eu não sou artista, sou designer, embora a minha formação tenha uma base sólida de plástica e história da arte.

- Acho tudo tão bonito o que vocês fazem…. Quero um site bonito!

- A função do designer não é exatamente fazer coisas bonitas, embora na maioria das vezes isso acabe sendo uma consequência.

- Ah não?

- Diria que o designer tem um tanto de tradutor, técnico e mais um pouco de analista. Pra qualquer projeto a gente acaba aplicando algumas técnicas que dão sentido à tudo aquilo que estamos fazendo.

- Mas e se eu quiser só um cartãozinho de visitas?

- Com o tempo isso acaba sendo tão automático que às vezes nem nos damos conta que aplicamos tudo isso em um projeto simples. Todo trabalho tem uma mensagem a ser transmitida. E é aí que entra o tradutor. No caso, o simples cartão de visitas é simplesmente o SEU cartão de visitas. É tudo aquilo que pretende dizer quando alguém pegar nas mãos e ler o seu nome. A reação que você teve quando pegou meu cartão é um bom exemplo.

- Adorei! É muito simples, diferente, objetivo, bem acabado e elegante.

- E isso tudo que você disse tem muito a ver com os conceitos que queremos levar aos nossos trabalhos.

- Olha só…. E como seria o meu?

- No seu caso, se você já sabe o que quer transmitir, eu traduzo através de técnicas visuais. Exemplo: um grafismo, a tipologia adequada e um papel especial que tenha a ver com o que pretende transmitir. Agora se não sabe, entra um pouco do analista.

Ela riu.

- Sim – continuei – muitas vezes a empresa não sabe bem o que quer dizer e o designer faz um trabalho para investigar o que precisa ser dito naquele momento. Existem profissionais especialistas nisso.

- O que faria no meu?

-É necessário pesquisar, analisar a concorrência, o posicionamento no mercado, as metas, enfim… aí entra um interrogatório. Mas posso adiantar algumas coisas. Gosto de estar no ambiente do cliente para sentir a energia do local, os valores aplicados no ambiente, as necessidades. Eu ousaria em um papel diferenciado para evidenciar sua personalidade artística. Por outro lado ressaltaria a delicadeza e exatidão do seu trabalho em letras de hastes finas e retilíneas. Muita área em branco para delimitar o espaço e o silêncio necessário para a execução do trabalho minucioso de um dentista…

- Olha isso! Eu nunca tinha ouvido ninguém me dizer como é o trabalho de um designer… nunca soube como era feito. Agora vejo diferente! Vamos falar do site?

Inspirada, a doutora seguiu me explicando sobre cada uma de suas obras e sobre a mensagem que queria transmitir no site.

- Você traduz pra mim? – concluiu esclarecida.

autora: Caroline Fülep
fonte: [Webinsider]

23 Junho 2009

Você é normal?

Pode ser coincidência, mas só essa semana ouvi a mesma frase de três pessoas diferentes em contextos distintos: “Ah, mas está errado, isso não é coisa de gente normal!”. Pois aí está uma boa questão: o que é ser normal?

Bom, segundo os dicionários, normal é o que segue uma norma ou regra. Também se usa para qualificar algo que é comum, usual, de praxe.

Na estatística, normal é aquela curva em forma de sino onde a maioria esmagadora dos resultados mais frequentes encontrados em uma pesquisa ocupam toda a parte gordinha, e o restante (resultados menos frequentes) fica apenas com as beiradas.

Mesmo tendo origens distintas, as duas definições convergem: normal é aquilo que é mais comum, frequente, que reflete o comportamento da maioria. O problema é que algumas pessoas utilizam normal como sinônimo de CERTO e, portanto, quem não segue a maioria está errado. É claro, se a maioria das pessoas faz uma coisa, essa coisa só pode ser a certa, confere?

Pois é, até poderia ser se a gente se esquecer que já foi normal (e , portanto, para alguns, certo), comprar e vender seres humanos como escravos; queimar pessoas vivas só porque elas eram mulheres e não praticavam o catolicismo com o devido fervor; submeter pessoas a trabalhos forçados e matá-las em câmerasaceitos pela sociedade e, inclusive, legalmente justificados. Normal e estritamente dentro das regras, portanto. Mas certo? de gás só porque eram judias; incentivar a pedofilia (ou como poderia se chamar a prática de famílias que negociavam casamentos entre meninas de 12 ou 13 anos e velhos ricos?) e por aí vai. Esses comportamentos, que parecem horríveis, já foram amplamente

Penso que a gente deve tomar o maior cuidado com as palavras de maneira geral, e com a palavra normal particularmente. Só porque alguém não age como a maioria, não significa que esteja errado. Normal e certo não têm nenhuma relação entre si. Ser anormal não deveria ter esse sentido pejorativo que a gente conhece tão bem. Lembro de uma frase de Thoureau que marcou a minha adolescência e que dizia “se um homem não acerta o passo com seus companheiros, talvez seja porque escuta um tambor diferente”. O anormal é diferente, só isso.

Ainda bem que existem os anormais, pois são justamente aqueles que fazem diferença, fazem as coisas mudarem e o mundo evoluir. São os que questionam a validade e a pertinência das regras, que prezam a liberdade (sua e dos outros) e, principalmente, que incomodam os normais.

Não deviam, até porque o incomum Caetano já disse, com muita propriedade que, “de perto ninguém é normal”. Impossível caber inteirinho dentro de um sino.

*****

A propósito, por que será que a Farmácia Normal tem esse nome? E o antigo curso Normal que formava professoras?

Lígia Fascioni | www.ligiafascioni.com.br

18 Junho 2009

Como escolher a resolução para imagens, em grandes formatos

de

Quando alguém fala de arte-final para impressão, surge o número mágico na mente: 300 dpi. De onde ele saiu? Porque ele não representa a resolução adequada para todas as imagens, a serem impressas?

A resolução que se costuma usar em gráficas (300 dpi), para arquivos de arte-final, não é um número mágico. Ela está relacionada à linhatura de saída, que por sua vez está ligada ao tipo de retícula usada e o suporte de impressão.

Na tabela abaixo você pode entender isso melhor:

Definições para visualização a Meio Metro de Distância (0,5 m)

Suporte
Linhatura de saída
Tipo de Retícula
Resolução de saída (2 x lpi)
Resolução de saída (1,5 lpi)
Tecido
18 lpi
Periódica
36 dpi
27 dpi
Papel jornal
90 lpi
Periódica
180 dpi
135 dpi
Papel sulfite
133 lpi
Periódica 266 dpi
200 dpi
Papel couchê
150 lpi
Periódica 300 dpi
225 dpi
Banner impresso em jato de tinta
-
Não-periódica
72 dpi


Veja que essas medidas são usadas quando a distância de visualização é próxima, ou seja a meio metro aproximadamente. Isso serve para uma página de revista, um cartão de visitas, um anúncio de jornal.

No entanto, quando você for fazer um material que vai ser visto de longe, essa resolução (dpi) muda, pois os olhos processam a informação vista à distância de maneira diferente (quem quiser saber mais sobre o assunto, procure o assunto “Função de Sensibilidade ao Contraste - FSC” em algum livro sobre óptica humana).

Como regra prática, considere o seguinte:

Se um material que vai ser visto a 0,5 m de distância, for ser visto a uma distância 10 vezes maior (5 METROS), então a resolução pode ser 10 vezes MENOR.

Um exemplo:

Resolução a 0,5 m
Resolução a 5 m (visto 10 x mais longe)
Jornal 180 dpi
18 dpi
Sulfite 266 dpi
26 dpi
Couche 300 dpi
30 dpi
Banner jato de tinta 72 dpi
7,2 dpi


Portanto, se você for fazer um material que vai ser visto a 5 metros, e vai ser impresso usando uma retícula não-periódica (como a estocástica, da jato-de-tinta), você pode fazer sua arte-final com o tamanho 1:1 em 7,2 dpi.

Outra dica: para impressão em uma plotter jato-de-tinta de alta qualidade, você não precisa fazer sua arte-final em CMYK, pois a impressora não trabalha com 4 componentes de cor e sim com 6 ou até mais componentes. Portanto, se você envia sua imagem em CMYK, vc reduz o espectro da sua imagem, reduzindo a saturação e a faixa tonal. Deixe como RGB, e sua impressora irá usar os 6 componentes pra extrair o máximo de cores que ela conseguir.

Resumindo: a resolução depende de vários fatores, sendo que os principais são: linhatura de saída, tipo de material e distância de visualização. Desconhecer esses fatores faz com que sejam gerados arquivos gigantescos, quando na verdade era preciso um arquivo muito menor, ou se gerem arquivos com resolução muito baixa, sendo que uma resolução maior era necessária. Logo, pra sair do chutômetro, é importante entender a teoria sobre resolução e a forma como a visão funciona à distância.

abs,

Ricardo Martins

06 Junho 2009

Rainbow Cake

Há tempos não posto algo diferente e intrigante, passando pelo follow the colours descobrir essa maravilha, o Rainbow Cake, como adoro cozinhar e surpreender com novas invenções amei essa criação, que alem de ser uma delicia faz a alegria da criançada e das eternas crianças também, vai aí a dica.
Então aqui, posto só as fotos pra vcs ficarem com vontade e daí, a receita, deixo pra Mell do Supercolors blog, Ana do Futricô e pra Gisele do It´s Pop!.


05 Maio 2009

Portifólio 2009